Pessoa que possui uma capacidade artística e/ou cultural mais ampla que a normal. Conseguem perceber beleza e poesia em coisas que a maioria das pessoas acha sinistra ou soturna. Não tem uma admiração, por assim dizer, pela morte, e sim a Vêem como algo que lhes faz perceber que a vida tem fim, é finita. Que há um algo de beleza e poesia na tristeza e na melancolia. SER GÓTICO NÃO É SIMPLESMENTE SE VESTIR DE PRETO, USAR MAQUILAGEM PESADA E FICAR PENSANDO EM MORTE!
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segunda-feira, 7 de março de 2011
Âvares de Azevedo
Manuel Antônio Álvares de Azevedo (São Paulo, 12 de setembro de 1831 — Rio de Janeiro, 25 de abril de 1852) foi um escritor da segunda geração romântica (Ultra-Romântica, Byroniana ou Mal-do-século), contista, dramaturgo, poeta e ensaísta brasileiro, autor de Noite na Taverna.
Filho de Inácio Manuel Álvares de Azevedo e Maria Luísa Mota Azevedo, passou a infância no Rio de Janeiro, onde iniciou seus estudos. Voltou a São Paulo (1847) para estudar na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, onde desde logo ganhou fama por brilhantes e precoces produções literárias. Destacou-se pela facilidade de aprender línguas e pelo espírito jovial e sentimental.
Durante o curso de Direito traduziu o quinto ato de Otelo, de Shakespeare; traduziu Parisina, de Lord Byron; fundou a revista da Sociedade Ensaio Filosófico Paulistano (1849); fez parte da Sociedade Epicureia; e iniciou o poema épico O Conde Lopo, do qual só restaram fragmentos.
Não concluiu o curso, pois foi acometido de uma tuberculose pulmonar nas férias de 1851-52, a qual foi agravada por um tumor na fossa ilíaca, ocasionado por uma queda de cavalo, falecendo aos 20 anos. A sua obra compreende: Poesias diversas, Poema do Frade, o drama Macário, o romance O Livro de Fra Gondicário, Noite na Taverna, Cartas, vários Ensaios (Literatura e civilização em Portugal, Lucano, George Sand, Jacques Rolla), e a sua principal obra Lira dos vinte anos (inicialmente planejada para ser publicada num projeto - As Três Liras - em conjunto com Aureliano Lessa e Bernardo Guimarães). É patrono da cadeira 2 da Academia Brasileira de Letras.
Machado de Assis publicou no jornal “Semana Literária”, em 26/06/1866 uma análise de Lira dos vinte anos.
Atualmente tem suscitado alguns estudos acadêmicos, dos quais sublinham-se "O Belo e o Disforme", de Cilaine Alves Cunha (EDUSP, 2000), e "Entusiasmo indianista e ironia byroniana" (Tese de Doutorado, USP, 2000); "O poeta leitor. Um estudo das epígrafes hugoanas em Álvares de Azevedo", de Maria C. R. Alves (Dissertação de Mestrado, USP, 1999); "Álvares de Azevedo: A busca de uma literatura consciente", de Gilmar Tenorio Santini (Dissertação de Mestrado, UNESP, 2007).
Suas principais influências são: Lord Byron, Goethe, François-René de Chateaubriand, mas principalmente Alfred de Musset.
Um aspecto característico de sua obra e que tem estimulado mais discussão, diz respeito a sua poética, que ele mesmo definiu como uma "binomia", que consiste em aproximar extremos, numa atitude tipicamente romântica. É importante salientar o prefácio à segunda parte da Lira dos Vinte Anos, um dos pontos críticos de sua obra e na qual define toda a sua poética.
No segundo prefácio de Lira dos Vinte Anos, o seu autor nos revela a sua intencionalidade e o vincula de tal maneira ao texto poético, que a gratuidade e autonomia perde espaço e revela a intencionalidade do poeta, isto é, explicação de temas, motivos e outros elementos.
O autor de Lira dos Vinte Anos estabelece valores e critérios a sua obra. Revela-se assim, uma verdadeira teorização programada da obra, transformando-se numa verdadeira teoria do conhecimento dos textos poéticos apresentados.
É evidente a explicitação de Álvares de Azevedo nessa postura consciente do fazer poético, afinal em seus prefácios há um alto grau de conhecimento quanto à proposta ultra-romântica, a qual exibe um certo metarromantismo marcada pelo senso crítico.
É o primeiro a incorporar o cotidiano na poesia no Brasil, com o poemas Ideias íntimas, da segunda parte da Lira.
Segundo alguns pesquisadores, Álvares de Azevedo que teria escolhido o título "As Três Liras", pois havia uma garota - que até hoje ninguém sabe a identidade, muito bem escondida pelo Dr. Jaci Monteiro - que tocava esse instrumento.
Figura na antologia do cancioneiro nacional. E foi muito lido até as duas primeiras décadas do século XX, com constantes reedições de sua poesia e antologias. As últimas encenações de seu drama Macário foram em 1994 e 2001.
sábado, 5 de março de 2011
Quero ser a noite
Já não me basta este corpo de carne
E já me doem lembranças desta vida
Eu quero ser a noite, em todo seu esplendor
Quero ser o céu escuro que te cobre nas noites sem lua
Já não me basta esta beleza limitada
Essas paixões de memórias
Este corpo de vida curta
Não quero ser lembrada
Não quero ser esquecida
Não quero estar aqui
Eu quero ser
Apenas ser
E sempre ser
Eu quero que me sintas, me toques, me vejas
E eu não estarei lá
Não quero estar ao teu lado para que apenas assim penses em mim
Eu quero ser a noite, em todo seu esplendor
A noite de beleza eterna
Quero ser a brisa que te toca todas as manhãs
Que te traz noticias de além mar
Eu quero ser o manto negro que te cobre ao final de todas as tardes
Eu quero ser a noite
Quero ser para sempre
E já me doem lembranças desta vida
Eu quero ser a noite, em todo seu esplendor
Quero ser o céu escuro que te cobre nas noites sem lua
Já não me basta esta beleza limitada
Essas paixões de memórias
Este corpo de vida curta
Não quero ser lembrada
Não quero ser esquecida
Não quero estar aqui
Eu quero ser
Apenas ser
E sempre ser
Eu quero que me sintas, me toques, me vejas
E eu não estarei lá
Não quero estar ao teu lado para que apenas assim penses em mim
Eu quero ser a noite, em todo seu esplendor
A noite de beleza eterna
Quero ser a brisa que te toca todas as manhãs
Que te traz noticias de além mar
Eu quero ser o manto negro que te cobre ao final de todas as tardes
Eu quero ser a noite
Quero ser para sempre
história da cultura gótica
A subcultura gótica (chamada de Dark no início dos anos oitenta apenas no Brasil) é uma cultura que teve início no Reino Unido durante o final da década de 1970 e início da década de 1980, derivado também do gênero pós-punk. A cultura gótica abrange um estilo de vida, estando a ela associados, principalmente, gostos musicais dos anos 80 até o presente (darkwave/gothic rock, Gothic metal, etc.), estética (visual, "moda", vestuário, etc) com maquiagem e penteados alternativos (cabelos coloridos, desfiados, desarrumados) e uma certa "bagagem" filosófica e literária. A música se volta para temas que glamorizam a decadência, o niilismo, o hedonismo e o lado sombrio. A estética sombria traduz-se combinação de vestuário, desde death rock, punk, renascentista e vitoriano essencialmente baseados no Preto, muitas vezes com adições coloridas e cheias de acessórios baseadas em filmes futuristas no caso dos cyber goths.
Movimento cultural
Foi taxada como "movimento cultural" devido ao princípio de que tal visão e comportamento são um protesto acerca da ambientação dada na época em que se iniciou, isto é, uma alienação que afirmava uma evolução e liberdade que, em verdade, eram insuficientes (ou até inverossímeis), e contra a qual a descrença deveria ser usada como denúncia. Apesar de simplista, esta explicação define o pensamento ideal da maioria dos que afirmam pertencer a este grupo. De qualquer modo, o mundo não parece ter mudado muito, e a subcultura continuou a evoluir cada vez mais podendo basear-se ainda nesse formato eles matam, pessoas.
O termo gótico na falta de cultura
O termo gótico (do alemão: goth ou inglês gothic) foi usado através dos séculos sob vários significados, às vezes sem ligação alguma. Em algum momento histórico ele pode ter designado certo povo bárbaro que veio a invadir o império romano, mas não devemos nos apegar a isso para não confundir o leitor, pois com o passar do tempo, o termo ganhou significados diferentes. A palavra agrega sentidos que lembram: vitoriano, medieval, onírico, sombrio, assustador, fantasmagórico, macabro, amedrontador, etc.
O uso do termo 'gótico', desvinculado de seu significado original, surgiu quase que ironicamente, no início da década de 80. A mídia de massa ao entrevistar integrantes das diversas bandas relacionadas à subcultura que começava a surgir, como seria classificada a atmosfera de suas músicas, por vezes recebia respostas semelhantes a: 'de temática sombria e soturna, 'gótica. Na metade da década de 80 o estilo já havia se disseminado por vários outros países (incluindo o Brasil e Portugal) e o termo acabou por ir junto com ele e até hoje é usado para denominar a cultura.
O uso do termo "gótico" na História
Desde a década de 90 a sub-cultura gótica começou a sofrer de algumas distorções por parte de enganos frequentes como o de que o termo "gótico" sempre esteve ligado através da história e, portanto, os góticos de hoje seriam legítimos descendentes dos visigodos, godos, ostrogodos, entre outros.
Que esses mesmos teriam iniciado o estilo arquitectónico de construções sacras e também a literatura, quando na verdade, as catedrais góticas só começaram a ser construídas no século XI e nem sequer se recebiam esse nome na época em que foram instauradas como arte sacra, pois expressavam a ideologia e estética da igreja católica na época.
Os renascentistas e iluministas, que se opunham à ideologia católica da época medieval, as chamaram, pejorativamente, "Góticas" muito depois, justamente como crítica. Na época de sua construção eram chamadas "opus francigenarum" (arte francesa). Quanto aos bárbaros "Godos", que invadiram o império romano, foi um acontecimento dado por volta do século V, logo se vê então que são mais de cinco séculos de diferença histórica cultural, o que já havia feito uma diluição da cultura dos godos na Europa.
Do marco da construção das catedrais góticas (Do século XI até XIV) até a época em que surgiu um movimento literário chamado gótico e outro chamado romantismo (Século XVIII para XIX) já haviam se passados mais outros tantos séculos de diferença cultural e, portanto, a imagem de Gótico foi estabelecida como sombrio, fantasmagórico, misterioso, para criticar aqueles que tinham criticado o fim da Idade Média. O que era um nome pejorativo passou a ser um nome designador de uma estética "Cool". Terminamos assim de falar do sentido da palavra através do tempo sem ligá-la totalmente à cultura e mostrar que até esse ponto, os góticos da cultura iniciada na década de 80 não são descendentes dos Góticos dos séculos passados de forma alguma, pois nem sequer tiveram alguma ligação através de suas épocas. A ligação dos góticos contemporâneos com os antigos movimentos artísticos assim intitulados, está nas músicas e na estética de forma indirecta.
A sub-cultura gótica não possui literatura própria, embora existam livros que catalogam bandas dentro de sub-gêneros da música gótica como obras do autor Britânico Mick Mercer, contexto histórico como "Goth Chic" (basicamente uma enciclopédia do termo "gótico") de Gavin Baddeley, livros que falem sobre estética/comportamento como o "Gothic charm School" da autora Americana Jillian Venters, ou como prefere ser chamada: "Lady of the Good Manners" (como tradução: "Senhora das boas maneiras"), e livros que tratem de comportamento, como "Goth. Identity, Style and Subculture" de Paul Hodkinson.
Mas há vários estilos literários apreciados por seus integrantes, entre eles, no Romance Gótico (Horace Walpole, Mary Shelley, Bram Stocker, etc), Romantismo (William Blake, Lord Byron, Edgar Allan Poe, etc) a poesia Simbolista/Decadentista (Charles Baudelaire, T.S. Eliot, Rimbaud, Oscar Wilde, etc) o romance Existencialista (Camus, Sartre, etc), Literatura Beat (Ginsberg, William Burroughs), entre outros.
Dessa forma, essa cultura fez releituras ou sátiras da Literatura Gótica. Essa literatura também serviu de tema para movimentos artísticos anteriores, que influenciaram a cultura estética dos anos 1980, como por exemplo o Expressionismo.
Na literatura brasileira, os autores mais respeitados por integrantes da sub-cultura gótica são: Augusto dos Anjos, Álvares de Azevedo, Cruz e Sousa e Alphonsus de Guimarães. Dentro da literatura portuguesa os autores mais respeitados são Eça de Queirós, Fernando Pessoa, Lima de Freitas, Camilo Pessanha, Florbela Espanca, David Soares, Mário de Sá Carneiro entre outros.
- Fonte: Dicionário de Português
subcultura (sub- + cultura) s. f. 1. Cultura obtida a partir de outra. 2. Grupo de pessoas com características específicas que criam ou pretendem criar uma subdivisão cultural.
cultura s. f. 1. Ato, arte, modo de cultivar. 2. Lavoura. 3. Conjunto das operações necessárias para que a terra produza. 4. Vegetal cultivado. 5. Meio de conservar, aumentar e utilizar certos produtos naturais. 6. Fig. Aplicação do espírito a (determinado estudo ou trabalho intelectual). 7. Instrução, saber, estudo. 8. Apuro; perfeição; cuidado.
Assim sendo, os góticos são uma sub-cultura, pois não apareceram de outra nem tão pouco criaram ou tentam criar uma subdivisão, é simplesmente uma sub-cultura como qualquer outra, tem suas origens fundamentadas em ideais, seja a arte (dança, música, pintura e teatro), a escrita, a filosofia, dentre outras.
Religião e simbolismo
O gótico/darkwave é uma sub-cultura laica[carece de fontes?], ou seja, não é integrada à qualquer religião. Alguns pensam que os góticos estão diretamente ligados à esoterismo, anticristianismo. Embora cada indivíduo que integre-se seja livre para a escolha de crenças em qualquer tipo de deus. Porém, no gótico não se encontram pessoas dispostas à seguirem religiões que impliquem no apego a religiões opressoras que impedem pessoas de agir de acordo com o que pensam, regras sobre o que se deve vestir, ler, crer ou fazer[carece de fontes?].
Os tidos wannabes - Uma gíria entre pessoas da sub-cultura gótica, que em sua semântica refere-se à um determinado sujeito novo, curioso e, mais diretamente, que "quer 'ser'" parte da mesma - Geralmente seguem à risca presunçosa e equivocada em denominarem aos outros pertencentes a ela apenas como Wiccas, Pagãos ou satânicos, sendo estes, como mencionado inicialmente, livres de qualquer doutrina ou Sociedade Secreta.
Algum recurso de preâmbulo religioso é utilizado como temática, para músicas ou estética. Um crucifixo, por exemplo, pode, teatralmente, simbolizar a tortura (Crucio = tortura), pois a cruz foi cunhada em Roma, como instrumento para tal, antes mesmo do nascimento de Cristo. Simbolicamente no sentido de estética não vem totalmente ligado à música, as vestes góticas vieram de acordo com a ideologia a que ele pertence.
Estética como visual
A estética como um visual pessoal/individual, não é obrigatória pelos seus membros, uma vez que, gostando de determinados sub-gêneros musicais, estética, corrente literária, arte, convivência com pessoas que sentem-se atraídas e gostam do que é aceito no Gótico, ou tudo o que esteja ligado ao mesmo, torna-se quase o suficiente para que entendam seu "mecanismo". Embora, visual seja uma identidade individual (ou coletiva) de considerável importância que diferencie e caracterize em qual época e à qual sub-cultura um indivíduo pertence.
Dentro da sub-cultura gótica, há o que pode-se denominar como "esteriótipos visuais" das mais variadas referências adaptadas de cada indivíduo para si, são mesclagens criativas que abrangem desde Vitoriano, Edwardiano, Romantic Goth, Dandy, Steampunk, Dark cabaret, Fetish (estética BDSM), Cybergoth, Perky Goth, Pin-up,"Deathrocker", Medieval, Trad goth (ou góticos tradicionais oitentistas), alguns inspirados em filmes como os de Tim Burton, expressionismo alemão, ou clássicos da Hammer, entre outros meios de inspirações, que denunciam seus gostos particulares. Alguns aderem certos visuais propositalmente para "chocar", criticar algum alvo conceitual na sociedade, outros, como uma espécie de "cosplay", e outros ainda, por identidade pessoal que levam às suas vidas cotidianas de forma adaptável, ou, no uso de seu devido bom-senso deixando "extravagâncias" mais ousadas em ocasiões que julguem especiais.
A cor Preta como tonalidade predominante acompanhada à uma postura tida como juvenil, é geralmente um arquétipo do mainstream. Sendo esta, uma limitação dos conceitos superficiais direcionados à massa no que diz respeito à sub-culturas urbanas derivadas do que chamam de "Rock". A cor preta, como representação estética, geralmente é acompanhada de uma, ou mais cores adicionadas de forma peculiar para compor os visuais dentro dos esteriótipos variantes do Gótico, ou seja, não sendo esta predominante, embora ainda sim, presente. Como simbolismo, a semântica pode variar de indivíduo para indivíduo, ou estar praticamente ausente, permanecendo como apenas questão de estética. A presença de adultos na sub-cultura especialmente a norte-americana e europeia é em grande escala, o que modifica os conceitos sobre a sub-cultura tratar-se de algo juvenil, visto que ainda preza-se pela censura conforme o que diz respeito às leis e normas básicas de todo e qualquer evento, festival e concerto.
Os tipos de estéticas ou, esteriótipos visuais, recebem mais ênfase em eventos, concertos e festivais como o Wave Gotik Treffen realizado anualmente em Leipzig, na Alemanha, M'era Luna Festival, em Hildesheim situado em Alemanha, entre outros. Geralmente em países de primeiro mundo, especialmente no continente europeu e no norte da América, onde o IDH é mais elevado, possuem mercados maiores, no qual há mão-de-obra mais especializada e qualificada em confecções de produtos estéticos e artísticos que favorecem e nutrem suas modas, e, logo são importados à outros países.
Há também fotógrafos (as) e designers que criam suas obras inspiradas em derivações estéticas da sub-cultura gótica que divulgam por páginas da internet, exposições, etc. Obras como uma forma de arte, ou mesmo, incentivo à dresscode. São também promovidos desfiles no meio undergorund por profissionais da moda como a estilista alemã Vecona (Vecona.de[1]).
Na moda das massas é muito frequente em coleções de Outono/inverno desde passarelas à lojas, onde o uso da estética gótica é tida como referencial, vide estilistas famosos como Alexander McQueen, Glória Coelho, John Galliano, Yohji Yamamoto, Karl Lagerfeld, Thierry Mugler, Jean Paul Gaultier, entre outros.
TV e cinema
O cinema e a TV deram um bom espaço para a "goth culture" através de filmes, séries etc, como por exemplo, os filmes Nosferatu, filmes da Hammer films, produções do cineasta Americano Tim Burton, Drácula de Bram Stoker, Elvira (Rainha das trevas), A Família Addams (o filme), Entrevista com o vampiro, Jovens Bruxas, ou seriados como Família Addams e Os Monstros nos anos 60 e as séries animadas Total Drama Island e Total Drama Action. No Brasil, um notável expoente da "goth culture" foi a novela Vamp.
Sentindo-me tão só
Nessa noite
Senti muita dor dentro de mim
Meu coração
sangrando de dor
é saudade de você
Só você mi compreendia
mais agora você se foi
como se fosse um sonho
desapareceu de repente
da minha cabeça
queria tanto que fosse realidade
nós dois juntos novamente
que esse momento
chegasse logo , mais
isso não vai ser possível
pois quando isso tudo poderia
ser realidade , eu abandonei
o maltratei brincando com seu sentimento
pois não tinha coragem de mostrar meus sentimentos
por você fui fraca e covarde.
e agora você se foi mi abandonou
pois cansou de mi esperar
agora só mi restou meus sonhos
e vivendo um romance na minha
mas pura imaginação...
Senti muita dor dentro de mim
Meu coração
sangrando de dor
é saudade de você
Só você mi compreendia
mais agora você se foi
como se fosse um sonho
desapareceu de repente
da minha cabeça
queria tanto que fosse realidade
nós dois juntos novamente
que esse momento
chegasse logo , mais
isso não vai ser possível
pois quando isso tudo poderia
ser realidade , eu abandonei
o maltratei brincando com seu sentimento
pois não tinha coragem de mostrar meus sentimentos
por você fui fraca e covarde.
e agora você se foi mi abandonou
pois cansou de mi esperar
agora só mi restou meus sonhos
e vivendo um romance na minha
mas pura imaginação...
Confusa
Não sei o que faço
Não sei o que digo
Não sei a onde ir
Não sei o que fazer e
Como fazer
Estou perdida
Estou sem rumo
Não consigo encontrar
A porta para minha salvação
Só quero que alguém mi ajude
A mi libertar de min. mesma!!
Por Ariane Martins
sexta-feira, 4 de março de 2011
My Immortal evanescence
Videoclipe
O videoclipe é todo em slow motion e em preto e branco. Ele mostra Amy interpretando um fantasma ), com um vestido branco, os pés descalços e várias ataduras pelo corpo. Pode-se interpretar o vídeo como um casal que tinha uma ligação muito forte e que houve uma separação brusca - como a morte, por exemplo - e nenhum dos dois consegue se livrar da presença do outro.Gôtico
Pessoa que possui uma capacidade artística e/ou cultural mais ampla que a normal. Conseguem perceber beleza e poesia em coisas que a maioria das pessoas acha sinistra ou soturna. Não tem uma admiração, por assim dizer, pela morte, e sim a Vêem como algo que lhes faz perceber que a vida tem fim, é finita. Que há um algo de beleza e poesia na tristeza e na melancolia.
São em geral pessoas muito cultas, que escrevem inúmeros textos e poesias conhecendo muito sobre literatura, música, religião, ocultismo, história, mitologia entre inúmeras outras áreas do conhecimento.
Possuem um gosto musical normalmente refinado que incluí musica clássica, canto lírico, óperas, musica celta, new age, medieval e muitas outras.
Dentro do gótico há subdivisões razoavelmente aceitas e outras polémicas:
Tradicional Goth/ darkwaver, Deathrocker, Rivethead, Cybergoth, Kinder Goth ou Baby Goth, Victoriam Goth, Uber Goth e Medieval Goth.
Note que nem todos concordam com essas subdivisões mas foram as com melhor descrição que encontrei para ilustrar que elas existem.
Em nada se assemelham a imagem passada pela mídia, como sempre totalmente desinformada, de pessoas melancólicas,vestidas de preto, com maquiagem pesada e pensando na morte em em suicídio o tempo todo. Descrição que está mais para os Posers.
Que, para quem não sabe, Poser é aquele que quer fazer parte de uma "tribo" ou grupo sem conhecer nada ou quase nada e restringe-se a imitar modelos imbecis vistos na mídia achando que isso lhes renderá aceitação por parte do grupo. Muitas vezes imitam apenas, e péssimamente, o modo de se vestir e alardeiam pertencer ao grupo.
Há também uma tendência das pessoas de mentalidade medíocre de considerar gótico qualquer um que seja estranho, vestido de preto e com maquilagem pesada. Muitos góticos muitas vezes nem usam maquilagem e se vestem pouco de preto no dia a dia.
SER GÓTICO NÃO É SIMPLESMENTE SE VESTIR DE PRETO, USAR MAQUILAGEM PESADA E FICAR PENSANDO EM MORTE!
São em geral pessoas muito cultas, que escrevem inúmeros textos e poesias conhecendo muito sobre literatura, música, religião, ocultismo, história, mitologia entre inúmeras outras áreas do conhecimento.
Possuem um gosto musical normalmente refinado que incluí musica clássica, canto lírico, óperas, musica celta, new age, medieval e muitas outras.
Dentro do gótico há subdivisões razoavelmente aceitas e outras polémicas:
Tradicional Goth/ darkwaver, Deathrocker, Rivethead, Cybergoth, Kinder Goth ou Baby Goth, Victoriam Goth, Uber Goth e Medieval Goth.
Note que nem todos concordam com essas subdivisões mas foram as com melhor descrição que encontrei para ilustrar que elas existem.
Em nada se assemelham a imagem passada pela mídia, como sempre totalmente desinformada, de pessoas melancólicas,vestidas de preto, com maquiagem pesada e pensando na morte em em suicídio o tempo todo. Descrição que está mais para os Posers.
Que, para quem não sabe, Poser é aquele que quer fazer parte de uma "tribo" ou grupo sem conhecer nada ou quase nada e restringe-se a imitar modelos imbecis vistos na mídia achando que isso lhes renderá aceitação por parte do grupo. Muitas vezes imitam apenas, e péssimamente, o modo de se vestir e alardeiam pertencer ao grupo.
Há também uma tendência das pessoas de mentalidade medíocre de considerar gótico qualquer um que seja estranho, vestido de preto e com maquilagem pesada. Muitos góticos muitas vezes nem usam maquilagem e se vestem pouco de preto no dia a dia.
SER GÓTICO NÃO É SIMPLESMENTE SE VESTIR DE PRETO, USAR MAQUILAGEM PESADA E FICAR PENSANDO EM MORTE!
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